Você sabia que 30% das proteínas que fazem parte do corpo humano são fibras de colágeno? Só no tecido cutâneo, esse componente representa 70% da proteína que confere sustentação e firmeza à pele. 

O colágeno  é produzido pelos fibroblastos e tem a função de manter a estrutura, a firmeza e a elasticidade da cútis, sendo um grande aliado de sua saúde e beleza. Ele pode ser encontrado em tendões, ossos, veias, cartilagens, dentes, músculos e, claro, no tecido cutâneo. 

 

A DEGRADAÇÃO DO COLÁGENO

Se após os 30 anos você começou a notar que a sua pele mudou, acredite, isso não é por acaso! A partir dessa idade, ocorre de forma mais intensa a degradação do colágeno na pele, promovendo o surgimento dos sinais do envelhecimento. Além da degradação que aumenta, a partir dos 30 anos começamos a não mais produzir, de forma espontânea, as fibras de colágeno, tornando a nossa balança negativa e perdendo cerca de 1% de colágeno ao ano. Alguns hábitos diários podem acelerar ainda mais a diminuição do colágeno, como: o consumo exagerado de açúcar, tabagismo, exposição ao sol sem proteção e até mesmo o estresse. O resultado é o aparecimento precoce de poros dilatados, linhas finas, flacidez, rugas ,perda de brilho e viço. 

 

É POSSÍVEL EVITAR A DEGRADAÇÃO DE COLÁGENO?

Evitar de forma completa, não. No entanto, é possível desacelerar o processo de degradação, por meio de hábitos especiais em casa, como:

  1. O uso regrado do filtro solar e a não-exposição ao sol sem proteção;

  2. A limpeza correta da pele e a boa hidratação cutânea;

  3. O uso de antioxidantes como a Vitamina C;

  4. A manutenção de uma dieta equilibrada, evitando o consumo de doces ou carboidratos refinados com frequência;

  5. Não fumar;

  6. E a ingestão de colágeno oral, de acordo com a prescrição do dermatologista e sempre em associação com tratamentos em consultório.

Como a degradação endógena de colágeno é um processo inerente do envelhecimento, do qual não conseguimos evitar, podemos induzir nosso organismo a produzir mais dessas fibras e assim garantir nossa poupança de colágeno e a manutenção de uma pele mais firme e tonificada. Como isso? apostando nos tratamentos em consultório que tem como finalidade estimular a produção de novas fibras de colágeno

 

E O COLÁGENO ORAL, VALE A PENA TOMAR?

DEPENDE!  Apesar de ser um tema que ainda gera opiniões contrárias entre os médicos e profissionais da área, cada vez mais os estudos científicos reafirmam os benefícios do colágeno ingerido. Costumo explicar para os meus pacientes que essa substância contribui muito para a PREVENÇÃO dos sinais do envelhecimento e melhora sim a qualidade da pele. 


No entanto, as expectativas devem ser ajustadas. O colágeno oral NÃO faz milagres… ou seja, ela não será capaz de, isoladamente, melhorar a flacidez da pele ou combater todas as rugas. Gosto de prescrever esse tipo de colágeno especialmente para os pacientes que fazem, em associação, alguns tratamentos que estimulem a neocolagênese local, como os bioestimuladores injetáveis, microagulhamento robótico, lasers ou o ultrassom microfocado, já que assim a substância oral consegue potencializar os efeitos do procedimento em consultório.

OS MELHORES TRATAMENTOS PARA ESTIMULAR O COLÁGENO DA SUA PELE!

Enfim, chegou a hora de falarmos sobre o que interessa: como ESTIMULAR o colágeno novo da sua pele. Na minha opinião, o padrão ouro para fazer uma poupança do colágeno, prevenindo com eficácia os sinais do tempo, é a associação de diferentes técnicas e tecnologias, como: 

 

  • O ultrassom micro e macrofocado – Ultraformer III – equipamento que emite energia em camadas profundas, provocando pontos de coagulação e, consequentemente, estimulando a produção de colágeno novo;

 

  • O Microagulhamento de Ouro EndyMed, que provoca micropunturas na pele e, ao mesmo tempo, emite energia de radiofrequência, potencializando a produção de colágeno novo;

 

  • A aplicação de bioestimuladores, como o Sculptra e o Radiesse, componentes injetáveis que provocam uma reação inflamatória controlada na pele, ativando a neocolagênese e aumentando a espessura cutânea;

 

  • A aplicação de lasers, como o Fotona, que causam microlesões na pele, estimulando a síntese de colágeno durante o processo de cicatrização.

 

  • A Radiofrequência monopolar Exilis Ultra 360, que promove um aquecimento profundo é controlado da derme, e uma alta produção de novas fibras de colágeno. 

 

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