tratamentos faciais

HARMONIZAÇÃO FACIAL

O conceito de beleza, como sabemos, é algo essencialmente subjetivo e seu padrão muda ao longo da história. Você pode achar uma pessoa bela enquanto o seu amigo discorda veementemente da sua opinião. Mas existe uma equação, descoberta pelo matemático Euclides, na Grécia Antiga, que mede fisicamente o belo, na tentativa de encontrar a simetria perfeita. É a proporção áurea, também conhecida como divina proporção, e a partir da divisão entre medidas de determinadas áreas da face, quanto mais próximo se chegar ao

número 1,618, mais belo se é. Só que essa matemática usada pelos gregos deixou de ser uma referência no campo estético para dar lugar à harmonização facial, pois o bonito nem sempre é simétrico, mas pode ser harmônico, ou seja, proporcional. Se antes os profissionais de dermatologia tratavam as necessidades do paciente de maneira pontual, preenchendo um sulco aqui, aplicando uma toxina botulínica em uma ruga ali, agora, com as novas tecnologias, é possível ter um ganho estético facial mais amplo, o que chamamos de harmonização da face, que aperfeiçoa traços e realça a beleza natural.

A análise tridimensional é primordial para determinar os procedimentos a serem empregados pelo dermatologista, seja para rejuvenescer ou embelezar. Se uma paciente tem o olhar mais caído, por exemplo, optamos por pontos de toxina botulínica para elevá-lo. Usamos o ácido hialurônico, por outro lado, para dar volume, sustentar a face, repor gordura, corrigir rugas ou fazer pequenos acabamentos. Trabalhar em cima desse conceito significa parar de tratar rugas, somente. Por meio da associação de procedimentos minimamente invasivos, planejada de forma personalizada, melhoramos a aparência, de forma natural, sem exageros e elevamos a autoestima. A simetria perfeita não é uma busca ideal, mas o equilíbrio estético pode ser conquistado.

HARMONIZAÇÃO FACIAL - Thatya Taranto